Uma dona de casa de 35 anos, moradora do Bairro Grogotó,
às 6h55 de sábado (21), chamou a polícia,
alegando que o marido, um carpinteiro de 33 anos,
durante a madrugada, chegou em casa embriagado e agrediu-a
fisicamente com socos e chutes. Um filho do casal,
de 15 anos, também foi vítima. Depois,
o marido quebrou copos e um aparelho de DVD. Para
impedir que a mulher chamasse a polícia, o
carpinteiro danificou o telefone público que
fica perto da casa. Quando os militares chegaram ao
local, o acusado havia fugido.
Outro homem agrediu a esposa, promoveu quebradeira,
ameaçou e fugiu antes da chegada da polícia.
Por volta de 2h da madrugada de sábado (21),
a vítima, de 23 anos, chamou a polícia,
alegando que após ingerir bebida alcoólica
com o marido durante o carnaval, tiveram um atrito
verbal e acabaram indo para casa. Ao chegar, o homem
começou a agredi-la com socos, mordidas e tentou
estrangulá-la. Depois, passou a ameaçá-la
encostando a ponta de uma faca em várias partes
do corpo da mulher. Por fim, ele revirou o interior
da casa e quebrou um vidro da janela.
Homem agride a amásia e foge quando
a polícia chega
Uma dona de casa de 29 anos, residente na Colônia
Rodrigo Silva, por volta de 1h da madrugada de domingo
(23), chamou a polícia alegando ter sido fisicamente
agredida a base de socos e chutes pelo amásio,
um comerciante de 49 anos. Ela correu e se trancou
no banheiro de onde chamou a polícia usando
o celular. Porém, antes da chegada dos militares
ao local, o acusado fugiu e não foi encontrado.
A mulher foi levada até a Santa Casa para
ser medicada devido às agressões sofridas.
No final da tarde de domingo, o acusado chegou em
casa embriagado e, além de novamente tentar
agredir a mulher, ameaçou-a de morte. Em seguida
se trancou dentro de um quarto, onde, com a autorização
da vítima, os militares entraram e o prenderam.
Duas facas que estavam cravadas na porta do quarto
foram apreendidas.
Desempregado agride a esposa e foge da polícia
Uma pensionista de 34 anos, moradora do bairro do
Campo, às 22h50 de sábado (21), acionou
a Polícia Militar relatando ter sido fisicamente
agredida, com socos e chutes e vítima de tentativa
de enforcamento, acusando o marido, um de 34 anos.
Ele fugiu antes da chegada da polícia. Apresentando
lesões na boca, pescoço, no rosto e
nas costas, a vítima disse que procuraria atendimento
médico por meios próprios.
Motorista é acusado de ameaçar
a própria amásia
Uma doméstica de 33 anos, moradora do Bairro
São Pedro, às 21h15 de sábado
(21), chamou a polícia, alegando que o amásio,
um motorista de 33 anos, chegou em casa com sintomas
de ter ingerido bebida alcoólica e após
uma discussão passou a ameaçá-la
e mandou que ela saísse de casa. A mulher disse
ainda que já foi agredida pelo companheiro
e só não acionou a polícia temendo
represália. Porém, quando os militares
chegaram ao local, o acusado se trancou no quarto
e não abriu a porta.
Dona de casa acusa companheiro de agressão
Uma dona de casa de 24 anos, moradora do bairro Nove
de Março, às 12h10 do dia 24, terça-feira,
acionou a polícia, alegando ter sido fisicamente
agredida com socos, desferidos pelo próprio
amásio de 34 anos, o qual fugiu em seguida
em uma moto Yamaha/YBR, cor azul. Devido às
agressões, a mulher sofreu um corte no lábio,
hematoma no olho esquerdo e escoriação
no braço, também esquerdo, mas recusou
ser levada ao hospital. Ela disse ainda desconhecer
o motivo que levou o companheiro a agredi-la, sendo
que essa não é a primeira vez que isso
acontece.
NOTA DA REDAÇÃO:
Em respeito à intimidade, honra e dignidade
das pessoas, previstas na Constituição
Federal, o Barbacena On Line não divulga nomes
de pessoas envolvidas em ocorrências policiais,
por serem, tecnicamente, consideradas apenas suspeitas.
A título de esclarecimento, nossa redação
baseia-se em informações constantes
do boletim de ocorrência, num trabalho realizado
pela Polícia Militar, logo após o acontecimento.
Este boletim é levado à Polícia
Civil para apurar os fatos por intermédio do
inquérito policial (investigação),
que tem como principal característica o sigilo
das investigações. Até que o
Ministério Público faça a denúncia,
na Justiça, todos são considerados suspeitos.