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Fim de semana de agressões contra a mulher

CARLOS HENRIQUE DE OLIVEIRA - Editoria Polícia - 26/02/09 - 08h00
 

Uma dona de casa de 35 anos, moradora do Bairro Grogotó, às 6h55 de sábado (21), chamou a polícia, alegando que o marido, um carpinteiro de 33 anos, durante a madrugada, chegou em casa embriagado e agrediu-a fisicamente com socos e chutes. Um filho do casal, de 15 anos, também foi vítima. Depois, o marido quebrou copos e um aparelho de DVD. Para impedir que a mulher chamasse a polícia, o carpinteiro danificou o telefone público que fica perto da casa. Quando os militares chegaram ao local, o acusado havia fugido.

Outro homem agrediu a esposa, promoveu quebradeira, ameaçou e fugiu antes da chegada da polícia. Por volta de 2h da madrugada de sábado (21), a vítima, de 23 anos, chamou a polícia, alegando que após ingerir bebida alcoólica com o marido durante o carnaval, tiveram um atrito verbal e acabaram indo para casa. Ao chegar, o homem começou a agredi-la com socos, mordidas e tentou estrangulá-la. Depois, passou a ameaçá-la encostando a ponta de uma faca em várias partes do corpo da mulher. Por fim, ele revirou o interior da casa e quebrou um vidro da janela.

Homem agride a amásia e foge quando a polícia chega
Uma dona de casa de 29 anos, residente na Colônia Rodrigo Silva, por volta de 1h da madrugada de domingo (23), chamou a polícia alegando ter sido fisicamente agredida a base de socos e chutes pelo amásio, um comerciante de 49 anos. Ela correu e se trancou no banheiro de onde chamou a polícia usando o celular. Porém, antes da chegada dos militares ao local, o acusado fugiu e não foi encontrado.

A mulher foi levada até a Santa Casa para ser medicada devido às agressões sofridas. No final da tarde de domingo, o acusado chegou em casa embriagado e, além de novamente tentar agredir a mulher, ameaçou-a de morte. Em seguida se trancou dentro de um quarto, onde, com a autorização da vítima, os militares entraram e o prenderam. Duas facas que estavam cravadas na porta do quarto foram apreendidas.

Desempregado agride a esposa e foge da polícia
Uma pensionista de 34 anos, moradora do bairro do Campo, às 22h50 de sábado (21), acionou a Polícia Militar relatando ter sido fisicamente agredida, com socos e chutes e vítima de tentativa de enforcamento, acusando o marido, um de 34 anos. Ele fugiu antes da chegada da polícia. Apresentando lesões na boca, pescoço, no rosto e nas costas, a vítima disse que procuraria atendimento médico por meios próprios.

Motorista é acusado de ameaçar a própria amásia
Uma doméstica de 33 anos, moradora do Bairro São Pedro, às 21h15 de sábado (21), chamou a polícia, alegando que o amásio, um motorista de 33 anos, chegou em casa com sintomas de ter ingerido bebida alcoólica e após uma discussão passou a ameaçá-la e mandou que ela saísse de casa. A mulher disse ainda que já foi agredida pelo companheiro e só não acionou a polícia temendo represália. Porém, quando os militares chegaram ao local, o acusado se trancou no quarto e não abriu a porta.

Dona de casa acusa companheiro de agressão
Uma dona de casa de 24 anos, moradora do bairro Nove de Março, às 12h10 do dia 24, terça-feira, acionou a polícia, alegando ter sido fisicamente agredida com socos, desferidos pelo próprio amásio de 34 anos, o qual fugiu em seguida em uma moto Yamaha/YBR, cor azul. Devido às agressões, a mulher sofreu um corte no lábio, hematoma no olho esquerdo e escoriação no braço, também esquerdo, mas recusou ser levada ao hospital. Ela disse ainda desconhecer o motivo que levou o companheiro a agredi-la, sendo que essa não é a primeira vez que isso acontece.

NOTA DA REDAÇÃO:
Em respeito à intimidade, honra e dignidade das pessoas, previstas na Constituição Federal, o Barbacena On Line não divulga nomes de pessoas envolvidas em ocorrências policiais, por serem, tecnicamente, consideradas apenas suspeitas.
A título de esclarecimento, nossa redação baseia-se em informações constantes do boletim de ocorrência, num trabalho realizado pela Polícia Militar, logo após o acontecimento. Este boletim é levado à Polícia Civil para apurar os fatos por intermédio do inquérito policial (investigação), que tem como principal característica o sigilo das investigações. Até que o Ministério Público faça a denúncia, na Justiça, todos são considerados suspeitos.




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