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15 de maio de 2018 às 23h39

Golpes pela internet são investigados pela Polícia Civil

Lojas virtuais comercializavam roupas para todo o Brasil

Da Redação
Golpes pela internet são investigados pela Polícia Civil
O Delegado Saulo do Prado presidiu as investigações

O comércio eletrônico ganha cada vez mais espaço na vida das empresas e dos consumidores. As ofertas são muito grandes e as armadilhas, através dos “preços baixos e atrativos”, fazem crescer os registros de golpes aplicados.

Uma suposta formação de quadrilha em Barbacena é investigada por aplicar golpes por meio de uma loja virtual. Em agosto de 2017, depois das investigações coordenadas pelo delegado Saulo Rodrigues do Prado, a Polícia Civil prendeu três pessoas em Antônio Carlos, a 13 km de Barbacena.

As vítimas negociaram através de mensagens de texto pelo celular ou nos chats das próprias redes e acabaram caindo no papo de falsos vendedores. Vestidos, saias e blusas, de “última moda”, eram negociadas por valores bem abaixo do mercado. Após fechar o negócio e escolher a peça, as vítimas depositavam o dinheiro referente à compra mais o valor do frete. Porém, as peças não eram remetidas conforme o prometido, segundo apurou o inquérito da Polícia Civil.

O advogado Rafael Dutra Rigueira, que representa uma das acusadas, preferiu não expor as teses defensivas no momento, a fim de não atrapalhar a defesa. Ele afirma que “no caso concreto, faz-se necessário salientar que será cabalmente demonstrada a inocência da minha cliente no curso da ação penal. Por força do preceito Constitucional da presunção de inocência, ela é considerada presumidamente inocente na fase atual do processo, é inaceitável presumir que a mesma seja a autora dos crimes mencionados. Importante frisar que ela não representa risco à sociedade, tanto é verdade que a autoridade Judiciária concedeu à mesma o direito de responder o processo em liberdade. O conjunto de provas obtido durante a investigação dos fatos, precisamente na fase do inquérito policial, por si só, não pode ensejar uma condenação em seu desfavor, é o que nos preceitua o artigo 155 do Código de Processo Penal Brasileiro”, salientou.

Redação do Barbacena Online
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