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Sua vocação
musical surgiu através da influência de seu avô,
Geraldo Marques, ex-músico da CMCA, e de seu pai, que é
um grande amante de bandas de música. Iniciou sua vida como músico
aos 15 anos de idade. Toca clarineta, saxofone e percussão. Já
tocou nas bandas da EPCAR, de Bias Fortes (Padre Silveira), Desterro
do Melo (Nossa Senhora das Dores), Ribeirão Vermelho (Joaquim
Braga) Nossa Senhora da Saúde (Lagoa Santa). Entrou para a CMCA
em 1986, é o atual regente e professor de música da Escola
Infanto-Juvenil, mantida pela corporação. André,
há anos, vem desempenhando com brilhantismo suas funções.
Fundou na CMCA a escola infanto-juvenil, destinada a ensinar música
a crianças e jovens. Considera a CMCA uma grande família,
onde tem os melhores amigos. Aconselha: “valorize o que você tem em sua cidade e, principalmente, o estudo oferecido pela CMCA pois este poderá levá-lo a ser um músico profissional, militar ou civil. Destaca que não são todas as entidades que oferecem estudos como o da CMCA. Lute para alcançar os seus objetivos, com todas as forças que tiver.” |
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Além de
músico, é sub-regente da CMCA, onde está há
10 anos, aproximadamente, tocando trompete sib. Sua vocação
musical surgiu aos 14 (catorze) anos, assistindo as bandas desfilarem
e vendo a apresentação de colegas. Tocou na Banda da EPCAR,
na Lira Joaquim Braga, de Ribeirão Vermelho, e na Lira Barbacenense,
ainda hoje, atuando como reforço daquela corporação.
Considera a CMCA uma excelente banda, com músicos também
excelentes e um repertório muito bom. Chaves, sério, responsável
e competente, é regente auxiliar da CMCA. Sugere aos jovens que
estudem música, aprendam algum instrumento, porque é através
da música que manifestamos os nossos sentimentos e estamos mais
próximos de Deus. |
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Iniciou sua vida
musical aos 11 anos de idade, tocando clarineta. Está na CMCA
desde essa época e gosta da corporação. Sugere que crianças e jovens sigam o caminho da música. |
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Considera a CMCA
uma instituição que fornece uma boa base para a formação
da cultura musical de Barbacena, em clima de harmonia, de confraternização
e alegria e sente-se integrado como membro de uma família junto
aos demais componentes da corporação. Ressalta que seus
membros não têm vícios, independente da idade. Diz: “a música aumenta o campo cultural, fornece inúmeras oportunidades de trabalho, além de ser uma atividade extremamente prazerosa.” |
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Toca bombardino
e contrabaixo e iniciou sua carreira na Banda Pequeno Marcos em 2001.
Diz que a tradição apenas mantém o que a banda
já é e sempre foi. Ressalta que para evoluir é
preciso um trabalho constante, onde os ensaios são fundamentais. Apesar de tão jovem, Fábio deixa uma grande mensagem: “seja lá o que você faça, faça sempre com o coração, e sempre o faça.” |
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Sua vocação
surgiu aos 8 (oito) anos de idade, pois sempre apreciou música.
“As palavras podem mentir, os homens, fingir, somente a música
é incapaz de nos enganar.” (Confúcio”. Toca
trompete e iniciou sua vida como músico em 1966. Já tocou
na Banda da PMMG e foi maestro da Corporação Musical de
Bias Fortes. Está na CMCA há seis anos aproximadamente. Acha que a Banda é bastante disciplinada e os seus membros não têm vícios. Sugere que crianças e jovens se dediquem à música, pois música é vida.” |
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Músico
militar da Reserva, trabalhou 27 anos da Polícia Militar de Minas
Gerais. Toca bumbo e prato e sua vocação surgiu aos 12
(doze) anos aproximadamente, acompanhando seu pai na Corporação
Musical 1º de Maio em Santos Dumont. Já tocou na Corporação
Musical 1º de Maio em Santos Dumont e na Corporação
Musical Senhor Bom Jesus em Ouro Preto. Faz parte da CMCA desde o ano
de 2000. Na sua opinião, a diretoria da CMCA tem realizado um
bom trabalho em sintonia com os músicos da banda. Sugere que crianças e jovens vivam intensa e verdadeiramente a música, dedicando-se a ele e, quem sabe, transformando-a em profissão. |
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participou de
corais e, principalmente, da CMCA, a quem dedicou a maior parte de sua
vida, embora não tocasse nenhum instrumento. Toca prato e iniciou sua vida musical em 1987. Entrou para CMCA em 1997 e afirma que a banda foi tudo de bom que aconteceu na sua vida. Sugere àqueles que gostam de música que entrem para uma banda e estudem bastante. |
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Iniciou sua vida
musical em 1965. Toca Souzafone sib e está na CMCA desde 1998. Já participou da banda São Sebastião, da banda de Barroso, da Lira Musical Senhores das Dores, do 9º Batalhão e da Banda de Bias Fortes. Acha que a CMCA, apesar das dificuldades que enfrenta, é uma das melhores. Diz: “a música é muito importante, leva qualquer pessoa a praticá-la em diferentes formas, seja como emprego ou por simples distração. Tem uma infinidade de maneiras para agradar da todos.” |
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Toca trombone
de vara e está da CMCA desde 1984. Considera a banda muito boa
e fez muitas amizades com os colegas. Sua mensagem aos jovens e crianças é para que “estudem música e não deixem as bandas de música acabarem, pois além do prazer de tocar, pode se tornar uma boa profissão.” |
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na Banda Santa
Cecília, da qual participou como músico. Toca clarineta
e está na CMCA desde 1994. Acha a CMCA uma ótima instituição,
uma verdadeira família, da qual ele participa com prazer. Aconselha: “faça da música tudo o que ela faz para você, que é paz, alegria e amor.”. |
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60 anos na CMCA,
e, ainda, na Banda do 9º Batalhão e na Lira Barbacenense.
Roberto iniciou sua carreira aprendendo música. Toca saxofone
e está na CMCA há aproximadamente 14(catorze). Tocou,
ainda, como reforço, na Banda de Paiva e na Lira Barbacenense.
Músico dedicado, sempre atento e disponível aos chamamentos
da Corporação, acha a CMCA uma banda muito respeitada.
Sua mensagem é que as crianças e jovens aprendam música,
respeitem seus colegas e professores, para que possam se tornar grandes
músicos. |
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Foi militar da
EPCAR durante 30 (trinta) anos. Tocou na Banda do Exército, da
Aeronáutica e, desde 2005, é músico da CMCA, que
considera uma banda de nível elevado e com um ambiente amigável. Diz para as famílias: “sabemos que a música é uma linguagem universal, portanto, sugiro que as famílias incentivem as crianças e os jovens a gostarem de música, pois, assim, o mundo será melhor e mais rico em amizade.” |
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Toca trompete
e iniciou sua vida como músico em Santos Dumont. Já tocou na banda do Instituto Joaquim Soares de Santos Dumont e na banda do 9º BPM. Considera a CMCA uma boa banda. Sua mensagem aos jovens e crianças é que “devem estudar música, com forma de desenvolver a criatividade.” |
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Toca trombone
e está na CMCA desde 2002. Considera a banda excelente. Sugere: “se você gostar de música, estude sério e corra atrás de seu sonho de se tornar músico” |
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Começou
sua vida musical, aprendendo percussão e, hoje, toca clarinete
e percussão. Tocou na Banda de Paiva e na Lira Barbacenense.
Está na CMCA desde 1980 e considera a banda muito respeitada.
Músico atuante, está sempre pronto a atender as reivindicações
que lhe são feitas pela sua corporação .Seu recado
para as crianças e jovens é que” aprendam música,
pois além de ser um lazer, pode ser transformar em uma profissão.” |
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na CMCA, vindo
daí a sua vocação pela música. Toca percussão
e há 22 anos participa de vários conjuntos musicais em
Barbacena e região. Faz parte da CMCA desde 1972 e é um
dos seus membros mais atuantes e dedicados. Considera a banda sua segunda
família, devido à amizade consideração que
recebe de todos os componentes. Para os jovens deixa o seguinte recado: “sejam obedientes aos seus pais, estudiosos e, acima de tudo, bons profissionais, seja na música ou em qualquer outra atividade que exerçam” |
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Toca saxofone
alto e iniciou sua vida como músico da CMCA em 1998. Considera
a CMCA uma entidade de grande valor, pois, além da arte musical,
preserva a cordialidade e a amizade. Sua mensagem é: “ser músico é exercer o dom que nos foi dado por Deus, espalhando esperança e alegrias às pessoas.” |
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Toca clarinete
e iniciou na música em 1998, ano em que ingressou na CMCA. Considera
a banda uma boa instituição musical. Diz: a música é uma arte bela, dentre as mais belas artes. |
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Sempre gostou
de música e foi incentivado por sua mãe, que canta em
coral. Considera a CMCA uma ótima corporação: séria,
organizada e tem um ótimo ambiente. “Boa até demais.” Aos que gostam de música, sugere que estudem bastante e sigam o seu sonho. |
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| Toca sax, desde os 14 anos e entrou
para a CMCA em 1995. Acha a CMCA uma boa corporação musical,
mas que a cada dia precisa se aperfeiçoar. Sugere que os jovens não desistam de seu sonho, pois o próximo a ser realizado pode ser o seu. |
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