
... do capote com pele (imitação)
na gola usado para ir-se ao "Jubileu de
São José"; que lá
se tomava era MUITO QUENTÃO pois o frio
era intenso e a garoa constante.
(Dimas Fontes)

... dos jogos entre Villa e Olympic, colorindo
as nossas tardes de domingo de azul e verde...
Villa de Delvoux, Vicentão, Bandeirinha,
Mariozinho, Castelo e Gerci, contra o Olympic
do técnico Toniquinho Mangualde e de
Danton, Rosenil, Lucas, Porfírio e Maranhão...
Ora no Estádio Santa Thereza, ora no
São Sebastião, era briga de cachorro
grande...
(Mário Sérgio Esteves - Rio de
Janeiro)

... do Jubileu, tão esperado, também
por nós, alunos da EPCAR. O Sovon´s
inovou em matéria de lanchonete. Era
o "point" da juventude barbacenense.
(Mota - 1972/1974)

... e como esquecer amigos que conheci no bairro,
na Epcar e Colégio Crispim. Impossível
deixar de citar os amigos Roberto M. Brunelli
(médico, in memória), Nicolangelo
V. Terzi (advogado, in memória), Odeite
Cardoso, os Irmãos Gesteira, Caiado,
Barra, Luis Ney, Ademir Tonholo, Luis Angelo
Dutra, Mozart Galdino, Rubens Tadeu, Célio
Mazoni, José Antonio Lopes, as familias
Sá Fortes, Marteleto Vidigal e os irmãos
Marcier. Ficaram para a eternidade as sessões
das 18h, domingos, no Pálace e Apolo,
o Calçadão da Bota, Gino`s il
Candelabro.
(Idelberto F. Gurgel – fortaleza/CE)

... da Boite Sarcófago e da esperada
Festa do Jubileu na década de 70.
(Garden Garcia Junior – Manaus/AM)

... das excursões a Cabangu, de trem,
cantando "fuscão preto" , e
dá-lhe gritaria nos túneis!
(José Giordano)

...do cheiro doce do delicioso “quebra-queixo”
feito com côco vendido nas imediações
do que é hoje o Banco Real (antes Socomatel)
que não só quebrava o queixo,
mas arrancava nossos blocos de restauração
dentária, artisticamente construídos
pelo saudoso Dr. Wilson Marcenes.
(Evane Fornero)

... da Gincana da Rádio Sucesso FM que
parou a cidade inteira e a nossa equipe EQUIVARIG
ficou em segundo lugar, a festa rolou a noite
toda na Rua XV...
(Cris, Dri, Claudia, Dani e Ju – todas
– Claro França)

Eu me lembro das inesquecíveis festas
da Irmandade de Nossa Senhora da Boa Morte!
A Dona Carlota com a sua barraquinha de sorteios
de frangos assados, a barraquinha do coelhinho
e suas casinhas, a pescaria, a boca do palhaço,
os leilões de tudo o que se possa imaginar!!!
Enfim, ô festa boa que era essa!
(Renato Augusto Santos Oliveira)

... dos melhores carnavais que a cidade já
viu.... década de 70. Promovidos pelo
Clube Barbacenense, entre 1971 e 1975, eram
11 (onze) dias de carnaval, animados pela Banda
Orfeu Negro, de São Paulo. A folia começava
no sábado que antecedia a semana do carnaval
e terminava na manhã de quarta-feira
de cinzas. Nos primeiros seis dias, após
o término do baile no Barbacenense, saíamos
com os componentes e empresário da banda
para fazer serenata para algumas famílias
de foliões da cidade, onde éramos
regiamente recebidos. Lembro-me de termos sido
recebidos em casa de Dr. Moacyr Salim (então
Diretor Social do Barbacenense) e a simpática
D. Vanda e outros mais. Era tudo de bom !!!
(Sheila Doumith)