| Já foram lembrados neste espaço
a Madalena dos Pés Espalhados, o Botina, o Telmo,
a Hercília, a Zabelinha, personagens que se tornaram
folclóricos por suas atitudes humanas, no cotidiano.
Barbacena, eu me lembro do Arlindo “Tikaól”,
apelido cuja origem ninguém conhecia, mas que,
uma vez evocado, deixava furioso o tal de Arlindo que
derramava uma torrente de palavrões absolutamente
impublicáveis, deixando a meninada em delírio:
ôôô Tikaól!!!
E do negrinho JANJÃO para quem gritávamos
impiedosamente: “Janjão ‘você’
vai morrer e o bicho vai ‘te’ comer, Janjão
‘você’ vai morrer e o bicho vai ‘te’
comer!” E o pobre Janjão saia pela rua
a chorar inconsolável.
E o negro JORGE “elefante sem rabo”, apelido
que ganhou em razão do seu corpanzil e do caminhar
desengonçado, fanático torcedor do Olympic?
Em uma decisão entre nosso time e o Tupy (Juiz
de Fora) bastava ao Olympic um empate, mas, fatalidade,
o goleirão DANTON deixou entrar uma bola e, nos
minutos finais do jogo, muitos torcedores se esqueceram
da partida para assistir, compungidos o drama do JORGE,
que aos prantos, atrás da zaga adversária,
extravasava seu imenso amor pelo Olympic e a inconformidade
com a derrota, implorando ao goleiro do Tupy: “Herrera,
pelo amor de Deus, deixa passar um gol! Só um
gol, Herrera! Ô Herrera, “ocê num”
tem coração!”
Barbacena, eu me lembro...: naquela triste tarde de
domingo, atrás daquela zaga, assim como eu, muitos
torcedores choraram com o JORGE e pelo JORGE...
Mande também a sua colaboração
para o e-mail ricardo@barbacenaonline.com.br.
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... da 1ª Olimpíada do Santo Antônio.
Foi muito linda. Era adrenalina de todos os
participantes.
(Ismael Assis – Diadema/SP)

... do Égua’s Bar, do Roberto e
do saudoso Édson, seus proprietários,
da Rádio Barbacena ZYL-8 e do saudoso
Barbosa Silva, que em uma ocasião leu
com veemência no ar, o verbete de um dicionário
com a definição da palavra causticante
que ele havia empregado, sobre uma chuva que
caia na cidade, cuja propriedade teria sido
posta em dúvida por um ouvinte.
(Luiz Carlos Duarte Ladeira - Belo Horizonte)

... Quando eu era criança pequena em
Barbacena tinha uma lenda que os mais velhos
diziam que em uma das torres da igreja da Boa
Morte morava uma serpente. Não sei se
só eu que ouvi essa lenda, mas diziam
que muita gente não tinha coragem de
subir naquela torre. Qual era a torre? esquerda
ou direita. Até hoje guardo essa recordação
que botava medo em muita gente. Se alguém
mais ouviu isso, deixem seus comentários
sobre o assunto.
(Fernando Costa - Belo Horizonte)

... das tardes de festa após o desfile
do 7 de setembro. A turma do Colégio
Tiradentes - onde estudei por 10 anos - terminava
o desfile, o melhor desfile da cidade, e depois
se encontrava na Vovó. Aliás,
esta lanchonete faz falta! Ali, passávamos
horas e horas paquerando, conversando e observando
se a turma do Estadual iria desfilar melhor
do que a gente (antiga e saudável rivalidade!).
(Débora Matos - Barbacena – MG)

... dos saudosos “garden-parties”
realizados no Jardim Municipal, uma festa com
orquestra, danças e brincadeiras, geralmente
em benefício de alguma entidade filantrópica.
Havia o costume de se construir “cadeias”
onde eram “detidas” pessoas da sociedade,
que teriam de pagar uma prenda para sair. Adultos
e rapazes “propositadamente distraídos”
eram nelas colocados e conduzidos por senhoras
e moças da sociedade, e isso era prova
de certo prestígio social. Olhavam disfarçadamente
ao redor e à espera da prisão.
(Newton Siqueira de Araújo Lima)

... da Paparazzo, na descida para Campolide
. Ô lugarzinho gostoso.
(Fernanda Magalhães)

... com imensa saudade da época da antiga
"FUPAC", quando nós saíamos
para assistir aos jogos da NAE na EPCAR e à
noitinha dançar na "Brilho"
ou na "Beijo na Boca" ou até
mesmo a famosa paquera no Gulosão, quem
não se lembra da rua totalmente fechada
de jovens cheios de sonhos, sem maldades, sem
violência, um tempo que nunca sairá
de nossas lembranças. Ah, e o Sovon's?
Ainda posso sentir o cheirinho do mixto-quente
entrando pelas minhas narinas como que pedindo
para entrar numa máquina do tempo.
(Jacqueline Carla dos Santos)

... do “Meia Lua”, barzinho que
tinha próximo a escola de medicina (não
lembro o nome da rua), onde a galera se reunia
para um bom papo e beber o famoso limãozinho
do seu Nelson na birósquinha quase em
frente.
(Paulo Ozava – Rio de Janeiro)

... dos “puteiros”, Dora, Maria
do Carmo, Três Moinhos, e tantos outros...
Coisa boa a gente não esquece... Hoje
o amadorismo acabou com o profissionalismo.
(Luiz Atales – Goiânia/GO)

... do bloco do Gole (Brocu du Gole), que arrepiava
no Clube Barbacenense.
(Ricardo José Pinto Lopes – Cuiabá/MT)
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Barbacena,
eu me lembro... 01/06
- 15h13 |
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Barbacena,
eu me lembro... 25/05
- 16h18 |
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Barbacena,
eu me lembro... 11/05
- 15h23 |
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Barbacena,
eu me lembro... 04/05
- 12h02 |
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Barbacena,
eu me lembro... 27/04
- 14h50 |
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Barbacena,
eu me lembro... 20/04
- 15h28 |
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Barbacena,
eu me lembro... 06/04
- 15h37 |
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Barbacena,
eu me lembro... 30/03
- 16h25 |
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Barbacena,
eu me lembro... 23/03
- 16h00 |
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Barbacena,
eu me lembro... 16/03
- 15h37 |
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Barbacena,
eu me lembro... 13/03
- 10h40 |
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NOTA DA REDAÇÃO:
Barbacena, eu me lembro... será publicado todas
as quintas-feiras no Portal de Notícias Barbacena
On Line. Mande sua colaboração para ricardo@barbacenaonline.com.br. |