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Barbacena,
eu me lembro...
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RICARDO SALIM |
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Editoria Cidade - 06/04 - 15h37 |
| Continuam chegando inúmeras contribuições
para este espaço criado para o barbacenense “matar
suas saudades” e compartilhar com seus amigos
um passado que ficou guardado na memória de cada
um de nós. Surpreendo-me com a distância
de vários “parceiros” desta jornada.
Apareceu barbacenense de tudo quanto é lado,
de norte a sul deste país. Tem gente no Acre,
tem gente no Rio Grande do Sul.... E assim o Barbacena
On Line vai cumprindo sua missão social e vejo
justificado o volume de quatro mil acessos diariamente
à página principal do site.
É oportuno dizer a nossos leitores e, principalmente,
a nossos colaboradores que todos os textos serão
publicados. Estou trabalhando com dois critérios
básicos para publicar. O primeiro é a
ordem de chegada e o segundo é o assunto. Sempre
colocando dez colaborações a cada vez.
Tem sido bastante gratificante realizar este passeio
pela memória deste povo. Vale lembrar que a sua
colaboração é muito bem vinda e
pode ser enviada para ricardo@barbacenaonline.com.br.
Estou esperando....

... da festa do Jubileu, em que os pais não
deixavam de andar no trenzinho com seus filhos.
(Rodrigo Martins)

... que uma das coisas que mais marcou a minha
infância, eram os macaquinhos na praça
dos Andradas, (que até pegou apelido de
praça dos macacos) que vinham pegar comida
na mão da gente...
(Bárbara Magalhães)
... do restaurante Tio Patinhas, onde os jovens
se reuniam todo final de semana. É onde
está hoje o ceolin, ao lado do Banco do
Brasil
(Mariana Gonçalves)
... quando chegava os finais de semana, o lugar
de encontro dos jovens barbacenenses era o centro
da cidade. Não havia o hábito das
pessoas formarem grupos em barzinhos, como hoje.
Os rapazes se enfileiravam, parados, no passeio
onde se encontra A Bota de Ouro e as garotas ficavam
circulando no mesmo passeio até que algum
garoto a convidasse para um bate papo. O muito
que se podia avançar em termos de namoro
era uma boa conversa. Ultrapassando os limites,
davam-se as mãos.
(Nalu Dias)
... do sonho recheado da padaria "Cisne Azul".
(Demilson Vigiano)
... de ir aos sábados para a Praça
dos Andradas para ficar olhando os macaquinhos
do famoso "Jardim dos macacos".
(Juliana Freitas)
... de Lisandro Guilherme Nicoletti Pereira fantasiado
de soldado romano, durante o carnaval. Saía
durante o dia para exibir sua bonita fantasia,
e era sucesso entre as jovens daquele tempo.
(Newton Siqueira de Araújo Lima)
... das horas dançantes no Icaro, no Automóvel
Clube, no Sarcófago... O ponto máximo
coincidia com o término da sessão
das dezoito horas. Aí fervia, literalmente
dentro e fora.Começavam sempre os rumores,
"olha aí, tá tendo briga lá
na Boa Morte, o pessoal da cidade contra os "cadetes"
Hoje sai morte". A rixa era feia. Houvesse
policiamento e houvesse também transgressões,
a hostilidade era grande, o que tornava comum
ver sempre a ala masculina em pequenos grupos.
(Vera Coimbra)
... das aulas de catecismo na sacristia da Igreja
de Nossa Senhora da Boa Morte, quando dizíamos
à santa Dona Cininha Soares Ferreira que
"queríamos ir para o Inferno",
só pelo prazer de vê-la chorar e
sair da sacristia murmurando baixinho: "Jesus,
Jesus, Jesus"!
(Arthur Bernardes)
... da Dona Albina, professora do Colégio
Estadual. Uma das primeiras frases que ela ensinava
aos seus alunos era “the book is on the
table”, colocando o livro em cima da mesa.
(Ricardo Salim) |
NOTA DA REDAÇÃO:
Barbacena, eu me lembro... será publicado todas
as quintas-feiras no Portal de Notícias Barbacena
On Line. Mande sua colaboração para ricardo@barbacenaonline.com.br. |

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por escrito, do Editor. |
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